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| "Eu acho que minhas canções são um tipo de terapia", diz a estrela pop brasileira Ivete Sangalo |
Como ex-vocalista da Banda Eva e como artista solo de sucesso fenomenal, Sangalo trouxe o clima de festa das celebrações do Carnaval de rua do Nordeste do Brasil ao topo das paradas de lá. Depois de 20 anos no show business, ela é indiscutivelmente a cantora mais popular da música brasileira: 15 milhões de CDs e DVDs vendidos, uma vasta lista de sucessos conhecidos pelo coração de seus fãs e 8 milhões de seguidores no Twitter.
Como o Prudential Center em Neward - onde ela cantará no sábado à noite - tem sempre uma política de não-fumantes, ela pensa que lá poderia ter uma nova regra: não sentar. Sangalo brincalhona aconselha àqueles que vão ao seu show a “dormir bem, beber bastante água e colocar seus tênis.”
“Quando estou no palco e cantando, eu tenho esse sentimento de uma missão com o público”, ela fala de seu alta astral e performances de alta produção. “Eu acho que minhas canções são um tipo de terapia. Eu não quero falar sobre guerra e política. Eu falo sobre amor.”
Enquanto a arena, sem dúvida, será preenchida predominantemente pelos seus fãs brasileiros e americanos-brasileiros, cantando juntamente com ela os sucessos, Sangalo diz que cantar fora de seus país de origem é “o mesmo, mas diferente.”
“Quando estou no palco e cantando, eu tenho esse sentimento de uma missão com o público”, ela fala de seu alta astral e performances de alta produção. “Eu acho que minhas canções são um tipo de terapia. Eu não quero falar sobre guerra e política. Eu falo sobre amor.”
Enquanto a arena, sem dúvida, será preenchida predominantemente pelos seus fãs brasileiros e americanos-brasileiros, cantando juntamente com ela os sucessos, Sangalo diz que cantar fora de seus país de origem é “o mesmo, mas diferente.”
“Eu sinto a mesma energia”, ela diz, “Eu sinto o mesmo amor.”
Sua turnê está em apoio ao seu mais recente álbum, “Real Fantasia”, uma coleção de novas canções em seu estilo polirrítmico brasileiro e algumas melodias com ritmo da salsa. “Nós temos que misturar fantasia com realidade”, diz ela sobre o título.
Sua própria vida tem sido uma mistura. A mulher que está agora regularmente no topo das paradas pop lembrou “aprendia canções enquanto dormia sobre o peito da minha mãe” quando seus pais a levavam a festas.
Ela disse que seus pais cantavam com ela todo dia antes do almoço e do jantar. Depois de cantar por toda sua cidade natal, Juazeiro, no Nordeste do estado da Bahia, Sangalo conseguiu o trabalho como vocalista da Banda Eva, que montou a onda da música pop chamado axé (se pronuncia ah-shay) nos anos 90.
O axé foi baseado, na maior parte, nas celebrações carnavalescas da capital da Bahia, Salvador, onde caminhões andam lentamente pelas ruas nos dias antes da quarta-feira de cinza, carregando cantores e enormes pilhas de alto-falantes, cercado por uma multidão de foliões. Axé é um gênero muito percussivo que tem raiz na religião afro-brasileira chamada candomblé, mas rapidamente se tornou uma indústria pop.
Alguns ridicularizaram o axé como um traidor de suas origens, citando danças que se tornaram mania com suas letras sugestivas, como “Boca da Garrafa (mouth of the bottle)”, na qual a mulher rebolaria e requebraria, agachando-se a poucas polegadas de uma garrafa de cerveja no chão. Sangalo, no entanto, sempre foi um ato de classe, atraente sem ser indecente.
Sua turnê está em apoio ao seu mais recente álbum, “Real Fantasia”, uma coleção de novas canções em seu estilo polirrítmico brasileiro e algumas melodias com ritmo da salsa. “Nós temos que misturar fantasia com realidade”, diz ela sobre o título.
Sua própria vida tem sido uma mistura. A mulher que está agora regularmente no topo das paradas pop lembrou “aprendia canções enquanto dormia sobre o peito da minha mãe” quando seus pais a levavam a festas.
Ela disse que seus pais cantavam com ela todo dia antes do almoço e do jantar. Depois de cantar por toda sua cidade natal, Juazeiro, no Nordeste do estado da Bahia, Sangalo conseguiu o trabalho como vocalista da Banda Eva, que montou a onda da música pop chamado axé (se pronuncia ah-shay) nos anos 90.
O axé foi baseado, na maior parte, nas celebrações carnavalescas da capital da Bahia, Salvador, onde caminhões andam lentamente pelas ruas nos dias antes da quarta-feira de cinza, carregando cantores e enormes pilhas de alto-falantes, cercado por uma multidão de foliões. Axé é um gênero muito percussivo que tem raiz na religião afro-brasileira chamada candomblé, mas rapidamente se tornou uma indústria pop.
Alguns ridicularizaram o axé como um traidor de suas origens, citando danças que se tornaram mania com suas letras sugestivas, como “Boca da Garrafa (mouth of the bottle)”, na qual a mulher rebolaria e requebraria, agachando-se a poucas polegadas de uma garrafa de cerveja no chão. Sangalo, no entanto, sempre foi um ato de classe, atraente sem ser indecente.
Sangalo manteve-se predominante assim, como a estrela do axé no seu apogeu. Ela até mesmo ganhou sucesso como atriz, aparecendo em telenovelas brasileiras. Sempre uma mulher do povo, Sangalo também tem mergulhado nas redes sociais, fazendo seus shows interativos.
Ela diz que sua música é representante do seu estado natal. “Eu sou uma pessoa feliz. A Bahia é um estado de ótimo espírito. ...Eu tenho muitos ritmos. Quando eu falo, quando eu ando, tudo que eu faço, eu faço com ritmo.”
Questionada sobre o segredo de seu sucesso, Sangalo riu e disse: “Eu não tenho ideia. Se você descobrir, me liga.”
Onde: Prudential Center, 165 Mulberry St., Newark
Quando: Sábado às 20h.
Quanto: US$39,50 a US$124,50; ligue (800) 745-3000 ou acesse ticketmaster.com
Fonte: NJ.com
Traduzido pela equipe Ivete Sangalo News
Onde: Prudential Center, 165 Mulberry St., Newark
Quando: Sábado às 20h.
Quanto: US$39,50 a US$124,50; ligue (800) 745-3000 ou acesse ticketmaster.com
Fonte: NJ.com
Traduzido pela equipe Ivete Sangalo News
